Entrei num arvoredo
Assimétrico,
Com árvores plantadas
A ermo
Mas que não lhe roubava
A vantagem
De arquivar entre elas
Muitos segredos.
Parei entre elas
E olhei!
Encarei
Com uma a chorar!
Tinha testemunhado
Um drama
Dum casal sem amor
E se iam separar.
Mas outros sorriam
Lembrando namorados
Que ali iam passear
De mãos dadas,
Sonhos trocados,
Seus preferidos,
Com amor desenhados
E tantos beijos trocados.
Outras,
Suas folhas bailavam
Tocadas pelo vento suave
Que passava!
Sorri para elas
E perguntei a medo:
Vocês não me contam nada?
Nós nunca desvendamos os segredos.
Gostei, Muitos Parabéns!
ResponderEliminarÉ claro que estaria debaixo da última àrvore... "nós nunca desvendamos os segredos"
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