O meu corpo é um convento
Duma ordem bem rigorosa
Não pode haver muita prosa
É mais contemplativa!
E, em dados momentos,
Este meu corpo convento
É uma ordem aflitiva.
De jarros me vesti,
De malmequeres me embrulhei
De várias flores,
Minha capa era dor!
De mimosas, minha blusa
A respiração uma intrusa
E meu corpo martirizei.
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