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Pretendo com este blogue partilhar, com quem quiser ler, os pensamentos e poemas que escrevi ao longo da minha vida. Deixem-me uma pequena mensagem quer gostem ou não do que lêem.

Maria da Saudade



segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O TEU OLHAR


Quando a longa noite acabar

E o Dia surgir....

Gostaria de encontrar o Teu Olhar

Para mim a sorrir...




Jardim da Cidade


Passei num jardim da cidade


E vi desabrochar uma flor


Fiquei extasiada,


Comovida,


Ao contemplar aquele símbolo de amor


À vida!


Era linda!


Não sei o seu nome!


Mas era linda,


No formato e na côr


Sorria, contemplando o Sol


Que lhe banhava o rosto


Sorria, esbleta no seu posto!


Sorria para quem passava


Adivinhando que a amavam


Estava tão prazenteira


Num canteiro


Com outras companheiras,


amores-perfeitos, violetas,


Rosas, margaridas, ...


E ela continuava a sorrir,


A sorrir, a sorrir,


CHEIA DE VIDA!



Em mim há um Oceano
Onde mergulho,
No abismo profundo...
Só meu!
Onde, no leito,
Do fundo do meu peito
Dorme o sonho
Que o mundo não conheceu.

DIGNIDADE






As pessoas dignas

Não compram amizades,

Recebem e retribuem de coração aberto

O que lhe oferecem de graça.

sábado, 10 de janeiro de 2009


AURORA

Acordei ainda cedo
A aurora me chamou
e eu abri os olhos
Havia sonhado
Com caminho de abrolhos.

As pálpebras cansadas se fecharam
Mas, por dentro,
Os olhos bem abertos
Olhavam o horizonte...

Cá em baixo
Eu olhava o monte
Ao qual eu não podia subir
Quem sabe,
Se, para não cair...

Sou romântica...
Pois sou!
sou sonhadora...
Também sou!
Que mal tem isso?
Sempre assim fui!
Sigo o que a minha alma
Me intui!
Foi este carisma sempre meu!
Gosto do que é belo,
Artístico e perfeito
e penso que continuo
Porque é esse o meu jeito
Mas...
Uma coisa é certa,
Sei quem põe isto no meu peito!
Quando nos desprezam
É quando nos aprofundamos
E nos encontramos
A nós mesmos...

O BERÇO DA VIDA

A vida é um berço que nos embala
Onde tantos sonhos adormecem
Onde tantos pesadelos nos acordam
E, ao acordar,
Tantas coisas nos espantam!
Outras vezes, porém,
Sonhos belos nos sacodem
E nos agarram,
Numa dança frenética
Que não queremos que termine
E, bailamos, bailamos, bailamos,
Ao som da esperança
Ao som da Promessa!